Instituto Homens Que Cuidam — afeto, cuidado e revolução

O cuidado se constrói nas relações.

Promovemos reflexões, formações e experiências educativas sobre masculinidades, paternidades e prevenção das violências, construindo uma cultura do cuidado com pessoas, organizações e territórios.

O Instituto.

O Instituto Homens Que Cuidam atua na construção de uma cultura do cuidado por meio da educação, do diálogo e da responsabilidade compartilhada.

Desenvolvemos formações, palestras e projetos em masculinidades, paternidades, equidade de gênero e prevenção das violências, junto a empresas, instituições públicas, organizações sociais e territórios.

Com quem trabalhamos.

Empresas e organizações
Apoiamos lideranças e equipes na construção de ambientes de trabalho que integrem cuidado, equidade de gênero, paternidades e prevenção das violências.

Poder público e territórios
Desenvolvemos projetos e formações com serviços públicos, organizações sociais e redes locais, conectando educação, direitos humanos e cultura do cuidado.

Homens em diferentes momentos da vida
Criamos espaços de diálogo e aprendizagem sobre masculinidades, paternidades, relações e responsabilidades, fortalecendo práticas cotidianas de cuidado.

Nossa atuação.

Rodas de Conversa, Palestras e encontros
Reflexões que mobilizam pessoas e ampliam o diálogo sobre masculinidades, paternidades, equidade de gênero e cultura do cuidado.

Formações e Workshops
Percursos educativos que conectam conceitos, experiências e práticas, considerando os desafios de cada equipe, instituição ou território.

Rodas de Conversa e Grupos Reflexivos
Espaços de escuta, diálogo e responsabilização para trabalhar relações, questionar padrões de masculinidade e prevenir violências.

Mentorias
Acompanhamento de processos de aprendizagem e mudança, com atenção às relações, às escolhas e às responsabilidades de cuidado.

Projetos e Consultorias
Construção de iniciativas com organizações e redes locais, articulando diagnóstico, planejamento, formação e acompanhamento.

Método 2C — Consciência e Cuidado.

O Método 2C — Consciência e Cuidado é a metodologia autoral que orienta nossa atuação. Articula reflexão, aprendizagem e práticas de cuidado, considerando o contexto e as responsabilidades das pessoas envolvidas.

Consciência
Reconhecer como padrões de masculinidade influenciam nossas escolhas, relações e formas de exercer poder, identificando desigualdades e possibilidades de mudança.

Cuidado
Transformar essa compreensão em atitudes: compartilhar responsabilidades, fortalecer vínculos e construir relações comprometidas com o respeito, a equidade e a prevenção das violências.

Programas e Soluções.

PROCUIDAR
Programa de educação para a cultura do cuidado, organizado em quatro frentes:

Juventude: diálogos com meninos e jovens sobre masculinidades, relações, respeito e prevenção das violências.

Homens: espaços de reflexão e aprendizagem sobre paternidades, vínculos e responsabilidades de cuidado.

Lideranças: formação para integrar cuidado, equidade e responsabilidade às decisões e às relações de trabalho.

Ambientes Seguros: ações educativas voltadas à prevenção das violências e à construção de relações respeitosas em organizações e instituições.

Mentoria Jornada C2
Acompanhamento de processos de reflexão e mudança, conectando consciência e cuidado às experiências e aos desafios cotidianos.

Projetos territoriais e apoio a organizações sociais
Construção de diagnósticos, propostas e estratégias de atuação com redes locais, considerando as necessidades de cada território.

Observatório Territorial da Cultura do Cuidado.

O Observatório Territorial da Cultura do Cuidado — com foco nos homens conecta dados, serviços e experiências para compreender como o cuidado acontece e apoiar decisões públicas e comunitárias. Cabreúva/SP é nosso território-piloto.

O trabalho já começou: analisamos registros dos CRAS Centro, Vilarejo e CREAS e reunimos indicadores públicos de saúde sobre a disponibilidade de médicos e profissionais de enfermagem, comparando o município ao contexto paulista.

As primeiras análises levantam questões sobre a participação dos homens nos serviços, a estrutura disponível e as barreiras ao cuidado. A validação das informações e o diálogo com a rede orientam os próximos passos, com foco na corresponsabilidade e na prevenção das violências.

Banner do Observatório Territorial da Cultura do Cuidado, com foco nos homens e território-piloto em Cabreúva/SP. Uma lupa destaca casas, montanhas, árvores e um rio, conectados por caminhos que representam a articulação entre dados, serviços e experiências. Logo do Instituto Homens Que Cuidam no canto inferior esquerdo.

Experiências que construímos.

OPAN — Operação Amazônia Nativa

Um percurso educativo sobre gênero, masculinidades e cuidado, com encontros presenciais em Cuiabá e Manaus, roda de conversa on-line e trabalho com um grupo interno.

Nossa contribuição reuniu facilitação de diálogos, análise das experiências e elaboração de um relatório com recomendações para a continuidade das ações, considerando as relações de trabalho e os contextos de atuação da organização.

Mentoria Jornada C2
Acompanhamento de processos de reflexão e mudança, conectando consciência e cuidado às experiências e aos desafios cotidianos.

Projetos territoriais e apoio a organizações sociais
Construção de diagnósticos, propostas e estratégias de atuação com redes locais, considerando as necessidades de cada território.

Registros dos encontros presenciais em Cuiabá e Manaus e da roda de conversa on-line com a OPAN, sobre gênero, masculinidades e cuidado. Banner com as marcas da OPAN e do Instituto Homens Que Cuidam.

Promundo — Masculinidades, Paternidades e Cuidado

Como educador e consultor do Promundo, Lincoln Tavares participou de formações sobre Masculinidades, Paternidades, Pré-Natal do Parceiro e Programa P, incluindo experiências no Mato Grosso, Amapá e no Piauí.

Sua contribuição envolve a facilitação de diálogos e processos educativos com profissionais e equipes, aproximando essas temáticas do cotidiano dos serviços e incentivando a participação dos homens no cuidado, desde a gestação.

Projeto Horizonte Itatiba — Reflexão e responsabilização

Lincoln Tavares atua como facilitador do Grupo Reflexivo para Autores de Violência Doméstica (GRAVD), ao lado de Felipe Requião, em Itatiba/SP.

Por meio de rodas de conversa, os encontros abordam masculinidades, relações familiares e afetivas, comunicação, direitos humanos e consequências das violências. O trabalho busca favorecer o reconhecimento de responsabilidades e a construção de formas de lidar com conflitos sem recorrer à violência.

É um processo educativo voltado à prevenção de novas violências, sem caráter terapêutico ou finalidade de julgar novamente os fatos.

Parceria SESI Cabreúva – Setembro Amarelo.  Escutar é estar presente.

Escutar é estar presente, especialmente quando alguém ainda não encontrou palavras para dizer que não está bem.

No dia 17/09/2026, o nosso fundador Lincoln Tavares de Melo, do Instituto Homens Que Cuidam, realizou quatro encontros de diálogo exclusivamente com os meninos do SESI de Cabreúva. As conversas abordaram saúde mental, sofrimento emocional, masculinidades, redes de apoio e a importância de reconhecer vulnerabilidades e pedir ajuda.

A pergunta que orientou os encontros foi simples, mas necessária: como podemos escutar melhor quando alguém não está bem?

Falar de saúde mental com meninos também é questionar uma educação que frequentemente os ensina a esconder sentimentos, suportar o sofrimento em silêncio e acreditar que precisam resolver tudo sozinhos. Criar espaços seguros de conversa é uma forma concreta de cuidado e prevenção.

Nosso agradecimento ao SESI de Cabreúva, à Secretaria de Saúde de Cabreúva e à USF Irmãos Bruno e Phelipe Zacchi Spina pela parceria e pela confiança.

Você não precisa dar conta sozinho. Pedir ajuda é uma atitude de cuidado.

CVV: 188 — atendimento gratuito, 24 horas.
Em situações de risco imediato: SAMU 192.

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Banner da ação “Setembro Amarelo — Escutar é estar presente”, com foto de Lincoln Tavares e dos jovens participantes. Realizada em 17 de setembro de 2026, em Cabreúva/SP, a atividade reuniu quatro encontros sobre saúde mental, masculinidades, escuta e cuidado com os meninos do SESI de Cabreúva. Na parte inferior, aparecem as marcas do SESI e do Instituto Homens Que Cuidam e a menção à parceria com a Secretaria de Saúde de Cabreúva e a USF Irmãos Bruno e Phelipe Zacchi Spina.

Pessoas e rede.

Lincoln Tavares de Melo.

Pai da Maria Lídia, jornalista, educador social, escritor e especialista em direitos humanos.

Há mais de duas décadas atua com projetos de educação em diversidade, equidade, inclusão, pertencimento, parentalidade, masculinidades, desenvolvimento humano e transformação social.

É fundador do Instituto Homens Que Cuidam, consultor de organizações públicas e privadas, educador em programas voltados às masculinidades e coautor do livro “O Futuro das Novas Masculinidades – Uma descoberta social, política, econômica e social ”.

Retrato de Wallace Ribas sorrindo, com blazer cinza e a mão no queixo. Ao lado, sua apresentação como pai da Esther, educador social, escritor, filósofo e historiador, especialista em Educação, Gênero e Sexualidade, com atuação em masculinidades e cultura do cuidado.

Wallace Ribas

Pai da Esther, escritor, filósofo e historiador, Wallace é educador social com mais de 15 anos de experiência e especialista em Educação, Gênero e Sexualidade.

Membro apoiador do programa “E Agora, José?”, realiza palestras, rodas de conversa e formações sobre masculinidades, gênero e cultura do cuidado em escolas, empresas, organizações sociais e grupos de apoio.

Seu trabalho convida os homens a reconhecer suas responsabilidades na construção de relações mais saudáveis, afetivas e igualitárias. Wallace também é membro do Conselho Consultivo do IHQC.

Conselho Consultivo.

Diferentes trajetórias. Um compromisso com o cuidado.

Conselho Consultivo do Instituto Homens Que Cuidam. Da esquerda para a direita: Dimas Dion, Flávio Oliveira e Luciana Tierno na primeira linha; Anderson Nakamatsu, Fátima Barbosa e Elaine Terceiro na segunda.

Mídia.

Vamos conversar.